Tudo começa quando Téspis (um reles cidadão “grego”) resolve imitar Dionísio – Deus da fertilização que não se agrada e lhe lança uma maldição: “Seu ousado, No futuro, irá nascer no nordeste brasileiro e terás patas de cão”. Séculos se passam, e então a maldição se cumpre. Téspis renasce na pele de Teperino Faratataia, que nasce em plena feira livre, em cima do “fato” (comida típica nordestina) na barraca de sua mãe, Dona Joseferina. E o menino já nasce interpretando,no teatro Teperino resolveu entrar. Conhece o seu primeiro amor, Rosimunda, mulher que tem “cabelos nas narinas”, muito valente e famosa por gostar de beber, uma grande lutadora contra a má sorte. O tempo passa e Teperino Fica muito decepcionado até que do nada, surge, Zebedeu (O Diabo). Uma figura duvidosaprometendo que lhe daria tudo: Glória! Fama! Bajulação! Teperino Vai para Rio de Janeiro, tentar ser famoso por lá, mas não tem sorte, No Rio, conhece uma menina faceira e “desembolada”, Frusteca. Com ela, fica de namoricos, porém, nunca esqueceu seu amor de infância. Decide então, à sua terra voltar. Com Rosimunda, quer se casar. Eis que, no dia do seu casamento, Frusteca invade a cena, com um filho nos braços, dizendo que ele, Teperino é o pai da criança. O Padre dá o veredicto: Teperino é o pai da criança. Passado três anos, eis que Zebedeu volta para cobrar o acordo feito com Teperino. Zebedeu, desta vez, se dá muito mal, pois, o seu “combate” com Rosimunda abala todas as suas estruturas. Rosimunda protege o filho, o marido e bota Zebedeu para correr. Ficha Técnica:Elenco:João Vita – Ricardo Amaro – Anderson Lima, Théo Simon – Hudson Braga – Daniel Monjardim e Kleber Filho / Texto e Direção: Marquinhos Nô/ Cenografia e Figurinos: Marquinhos Nô/ Cenário (Xilografia) Gilson Vieira / Foto – Alessandra Bandeira. Duração: 46 min. 12 de novembro de 2021, às 20h, na Praça Costa Pereira, Centro. Gratuito.
