Há histórias no Centro-Oeste e Sul do país de um certo sujeito, perdido no selvagem, que se tornou mais bicho do que gente – dizem que vive com as onças. Em Arapuca, toda a história se desenrola no encontro desse ser com um forasteiro, perdido perto de sua toca, que o faz reexperimentar sua humanidade. Pelo menos por enquanto: a arapuca já está armada. O espetáculo foi baseado no conto “Meu Tio, o Iauaretê”, de João Guimarães Rosa. Ficha técnica: Atuação, edição, captação e dramaturgia: Heytor Gonçalves, Direção e figurino: Antônio Apolinário, Preparação vocal: Priscila Reis, Preparação Corporal: Cássia dos Santos, Câmera de mão: Layla Corrêa. Duração: 50 min. 18 de novembro, às 20h. Link: https://www.youtube.com/channel/UCgfmv14QkIzOGOloJbJR7SA.
