Mulheres nascidas de um nome – Vinte e nove atrizes de onze países estão reunidas no espetáculo, que chega no formato online, em seis apresentações. Mulheres nascidas de um nome é baseado no livro homônimo do argentino radicado em Portugal, Claudio Hochman, que contém cinquenta microcontos em prosa, todos a partir de um nome feminino.No espetáculo, atrizes do Brasil, Portugal, Espanha, Panamá, Peru, Colômbia, Uruguai, Paraguai, Venezuela, Costa Rica e Bolívia, encenam 33 nomes que, tendo como título nomes de mulher, não pretendem descrever uma única pessoa. Em cada um deles, o autor joga com o imaginário coletivo do nome. Os contos são apresentados em solo, duplas, trios ou em grupos, com todas as mulheres, além de cenas musicais com canções com nomes de mulheres. Performances de dança e perna de pau também agregam diferentes linguagens ao espetáculo.

Elenco – Atrizes brasileiras: Angélica Rodrigues, Ana Terra Blanco, Catarina Saibro, Celisa Diuana, Cíntia Kawahara, Daruã Góes, Isabella Dionísio, Juliana Resende, Kizi Vaz, Maíra Kestenberg, Michelle Raja Gebara, Rafa Delgado, Rayza Noiá, Rebecca Gotto, Renata Di Carmo, Roberta Chaves, Sorys Vellozo; atrizes de outros países: Amparo de Gata (Espanha), Andrea Lacassy (Uruguai), Andy Romero (Paraguai), Carolina Solano (Costa Rica), Gabriela Dias (Brasil/Venezuela), Hada Luz (Colombia/Brasil), Laise Leal (Portugal/Brasil), Marta Fernandes (Portugal), Martha, Nieto (Espanha), Mayra Padilla (Bolivia/indígena), Rosa García (Panamá/indígena), Vanessa Saba (Peru).

Parte das vinte e nove artistas mulheres, são brasileiras que fizeram a montagem presencial em 2019. São atrizes brasileiras que moram fora do Brasil (Colômbia, Portugal), artistas estrangeiras que dominam o português (Uruguai, Portugal, Paraguai, Panamá, Bolívia e Espanha), além de duas cantoras indígenas, quatro artistas negras e uma atriz com Síndrome de Down.

Mulheres Nascidas de um Nome é encenado em português, com duas cenas em espanhol. A apresentação contará com intérprete de libras. Além de uma cena interpretada totalmente em libras, para que o público não entenda e se coloque no lugar do deficiente auditivo. Esta cena especificamente será a única que não terá nenhum recurso musical.

Autor/dramaturgia: Claudio Hochman. Direção: Claudio Torres Gonzaga. Direção de Produção: Wagner Pacheco. Preparação Corporal: Ignacio Aldunate. Iluminação: Luiz Paulo Nenen. Cenário/Figurino: Nello Marrese. Preparação Vocal: Monica Karl. Trilha Sonora: Tomás Gonzaga. Operador de câmera/vídeo: Edith Barcelos. Realização: Raja Gebara Pictures

25 a 30 de março – quinta a terça-feira, às 18 horas

Sessão extra 3 de abril, sábado, às 18 horas

 

4 a 27 de junho – Sexta-feira a domingo, às 20 horas

Bate-papo no zoom sexta e sábado, 4 e 5 de junho, o espetáculo.
link: linktr.ee/mulheresascidas

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